"Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram" (Romanos 12.15).
Vamos nos compadecer desses jovens e de suas famílias,não é hora para julgamentos..."" ah talvez se eles não estivessem em uma boate"",tragédias ocorrem em qualquer lugar! Ao invés de julgar,vamos chorar com os que choram,vamos nos compadecer da dor dos nossos irmãos e interceder por cada pai,mãe,irmão e amigos desses jovens.
Graça e paz!
RECEITAS,MENSAGENS E DICAS DE SAÚDE,BELEZA,RELACIONAMENTO,MODA E VARIEDADES.SEJAM BEM VINDOS NESSE MEU CANTINHO!!!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Frutificar!!!
Jesus quer nos usar para levarmos a Sua palavra,para todo lugar,as pessoas estão sedentas de Deus!Precisam conhecer esse Jesus que salva,vamos pregar o evangelho sem medo,pois o Espírito Santo está conosco,sempre nos conduzindo.
Jesus é videira e nós somos os ramos,vamos dar frutos.
Graça e Paz!
Jesus é videira e nós somos os ramos,vamos dar frutos.
Graça e Paz!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
terça-feira, 5 de julho de 2011
MOMENTO ARTESANATO COM CIDA NOBRE

A Artesã Cida Nobre,tem um quadro no programa "Comunidade em Destaque",na Tv Votorantim.Dicas de artesanato rápido.Não deixe de assistir toda quarta feira as 13:30 hrs.
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DICAS E VARIEDADES
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Ingredientes
Creme:
250 g de margarina
180 g de açúcar refinada
600 ml de creme de leite sem soro
80 ml de leite condensado
Base:
200g de biscoito maizena
Cobertura:
200 g de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite sem soro
10 g de margarina
Lateral:
1 pacote de biscoito calipso
Modo de Preparo
Creme:
Bata na batedeira a margarina e o açúcar até obter um creme mais ou menos branco
Acrescente o leite condensado e continue batendo
Coloque o creme de leite e mexa bem
Cobertura:
Derreta a barra de chocolate no microondas ou em banho-maria até ficar bem derretido, aqueça o creme de leite sem deixar ferver
Misture o chocolate e a margarina e o creme de leite até ficar em creme bem homogêneo
Montagem:
Quebre as bolachas maizena e coloque na forma , dos lados da forma coloque os biscoitos calipso , e adicione o creme levemente para as bolachas ñ subir, e depois a cobertura e pronto
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DICAS E RECEITAS
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Dez dicas para uma internet segura para crianças e adolescentes nas férias
No mês de julho, com as férias escolares, milhões de crianças terão mais tempo para ficar em casa e, segundo todas as pesquisas modernas de comportamento, boa parte deste tempo será ocupado com a internet. Para auxiliar os pais a garantir que este fato não se transforme em problema, o Movimento Internet Segura (MIS) oferece dez dicas de proteção.
O coordenador do MIS, Djalma Andrade, afirma que as principais armas que os pais devem usar para garantir que seus filhos aproveitem todo o potencial positivo da internet são a proximidade e o diálogo. "Trabalhe para que as crianças não fiquem sozinhas na frente da máquina sem conversar e compartilhar com o responsável o que ela faz ou gosta de fazer. Utilize a tecnologia disponível nativamente no sistema do seu computador para que consiga criar mecanismos de controle evitando exposições indevidas", afirma.
As dicas são as seguintes:
1. Estimule seus filhos a compartilhar as experiências da Internet deles COM VOCÊ. Desfrute da Internet com seus filhos. Conhecer a Internet é a melhor forma de ajudar seu filho a evitar suas perigosas armadilhas. Seu filho respeitará conselhos dados com conhecimento de causa, mas os rejeitará se ele perceber que você não conhece o assunto.
2. Ensine seus filhos a confiar em seus instintos. Se algo on-line os deixa nervosos, eles devem dizer isso a você.
3. Se seus filhos visitam salas de bate-papo, utilizam programas de mensagem instantânea, jogos on-line ou outras atividades na Internet que solicitam login e senhas para identificação, ajude-os a escolher e certifique-se de que ele não revele nenhuma informação pessoal.
4. Insista para que seus filhos nunca divulguem seu endereço, número de telefone, escola onde estudam ou qualquer outra informação pessoal.
5. Ensine seus filhos a diferença do que é bom e do que é ruim na Internet e compare com situações do mundo real.
6. Mostre aos seus filhos como respeitar os demais, on-line. Certifique-se de que eles saibam que as regras de bom comportamento não mudam somente porque estão em uma máquina.
7. Insista para que eles respeitem a propriedade dos outros que estão on-line. Explique que realizar cópias ilegais do trabalho de outras pessoas (música, vídeos, jogos e outros programas) é roubo.
8. Diga aos seus filhos que eles nunca devem marcar um encontro pessoal com amigos virtuais. Explique que os amigos on-line podem não ser quem dizem que são.
9. Ensine a eles que nem tudo o que leem e veem on-line é verdade. Estimule-os a perguntarem se não estão seguros.
10. Controle a atividade on-line dos seus filhos com software de Internet avançado. A proteção infantil pode filtrar conteúdo prejudicial, supervisionar os sites que seu filho visita e averiguar o que ele faz neles.
Mais informações: www.internetsegura.org
O coordenador do MIS, Djalma Andrade, afirma que as principais armas que os pais devem usar para garantir que seus filhos aproveitem todo o potencial positivo da internet são a proximidade e o diálogo. "Trabalhe para que as crianças não fiquem sozinhas na frente da máquina sem conversar e compartilhar com o responsável o que ela faz ou gosta de fazer. Utilize a tecnologia disponível nativamente no sistema do seu computador para que consiga criar mecanismos de controle evitando exposições indevidas", afirma.
As dicas são as seguintes:
1. Estimule seus filhos a compartilhar as experiências da Internet deles COM VOCÊ. Desfrute da Internet com seus filhos. Conhecer a Internet é a melhor forma de ajudar seu filho a evitar suas perigosas armadilhas. Seu filho respeitará conselhos dados com conhecimento de causa, mas os rejeitará se ele perceber que você não conhece o assunto.
2. Ensine seus filhos a confiar em seus instintos. Se algo on-line os deixa nervosos, eles devem dizer isso a você.
3. Se seus filhos visitam salas de bate-papo, utilizam programas de mensagem instantânea, jogos on-line ou outras atividades na Internet que solicitam login e senhas para identificação, ajude-os a escolher e certifique-se de que ele não revele nenhuma informação pessoal.
4. Insista para que seus filhos nunca divulguem seu endereço, número de telefone, escola onde estudam ou qualquer outra informação pessoal.
5. Ensine seus filhos a diferença do que é bom e do que é ruim na Internet e compare com situações do mundo real.
6. Mostre aos seus filhos como respeitar os demais, on-line. Certifique-se de que eles saibam que as regras de bom comportamento não mudam somente porque estão em uma máquina.
7. Insista para que eles respeitem a propriedade dos outros que estão on-line. Explique que realizar cópias ilegais do trabalho de outras pessoas (música, vídeos, jogos e outros programas) é roubo.
8. Diga aos seus filhos que eles nunca devem marcar um encontro pessoal com amigos virtuais. Explique que os amigos on-line podem não ser quem dizem que são.
9. Ensine a eles que nem tudo o que leem e veem on-line é verdade. Estimule-os a perguntarem se não estão seguros.
10. Controle a atividade on-line dos seus filhos com software de Internet avançado. A proteção infantil pode filtrar conteúdo prejudicial, supervisionar os sites que seu filho visita e averiguar o que ele faz neles.
Mais informações: www.internetsegura.org
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DICAS E VARIEDADES
terça-feira, 3 de novembro de 2009
SINTOMAS ASSOCIADOS Á MENOPAUSA
Donizetti Ramos dos Santos é médico cirurgião e trabalha no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo.
Sintomas associados à menopausa
Drauzio –A passagem para a menopausa pode ser muito desagradável. Que sintomatologia está associada à menopausa?
Donizetti – Só quem trabalha com mulheres no climatério e na menopausa sabe os transtornos que eles causam. Em primeiro lugar, elas deixam de sentir graça na vida porque a maioria tem uma importante diminuição de libido. Por falta do estrogênio que mantém o tônus dos tecidos, a pele fica mais ressecada, mais fina e sem elasticidade, o que facilita o aparecimento de rugas, e as mamas caem. As ondas de calor podem ser insuportáveis. A mulher acorda durante a noite, quer abrir a janela, ligar o ventilador e o marido briga com ela porque não consegue dormir. Além disso, a mucosa vaginal e a do trato urinário inferior ressecam e ela sente desconforto na relação sexual, dor quando urina e tem infecções urinárias de repetição.
Drauzio – E em relação às mudanças de humor?
Donizetti – Essas pacientes apresentam quadros de depressão constante em maior ou menor grau. Além disso, as alterações físicas provocadas pelos fogachos, a vermelhidão que se instala do busto para cima, deixa a mulher insegura e de humor instável. Essa série de distúrbios faz com que algumas optem pela terapia de reposição hormonal com estrogênio e progesterona mesmo sabendo que o risco de câncer de mama vai subir de 10% para 13%.
Drauzio – Nem todas as mulheres manifestam obrigatoriamente esses sintomas extremos, não é?
Donizetti – Nem todas. Por isso, alguns colegas defendem que só devem receber reposição hormonal as mulheres que apresentam sintomas desagradáveis. O que se faz hoje é avaliar a qualidade de vida no climatério e na menopausa para decidir sobre a necessidade da TRH.
Drauzio – Que diferença existe entre climatério e menopausa?
Donizetti - O climatério é o período que começa um pouco antes e termina um pouco depois da menopausa, isto é, da última menstruação. Popularmente, o termo menopausa engloba os dois sentidos, o que de certa forma facilita o entendimento.
Drauzio – O que explica os sintomas mais pronunciados em algumas mulheres e mais brandos em outras?
Donizetti – Parece que o nível socioeconômico interfere bastante. Pacientes com menor poder socioeconômico e cultural suportam mais esses sintomas e se adaptam mais facilmente à nova situação. Mulheres de nível mais alto têm perspectivas diferentes de vida, queixam-se mais e buscam mais freqüentemente um modo de atenuar os incômodos do climatério.
Drauzio – Será que as mulheres de classe social menos favorecida suportam mais porque sua história de vida é, muitas vezes, mais sofrida? Não é que elas não tenham os sintomas, simplesmente se queixam menos.
Donizetti – Com certeza. Queixam-se menos e se adaptam melhor aos sintomas do climatério. É isso que se tem observado no mundo. Alguém já ouviu falar em reposição hormonal na África? Se há, a preocupação é menor do que na América Latina, Europa ou Estados Unidos.
Drauzio – Mulheres cujas mães tiveram menopausa tranqüila têm menos probabilidade de desenvolver sintomas mais sérios?
Donizetti – Não existe nenhum estudo que comprove essa hipótese. Parece que estão envolvidos no desenvolvimento dos sintomas a psique, o tipo físico (mulheres com menor massa corporal tendem a apresentar mais sintomas) e a produção de estrógenos periféricos.
Sintomas associados à menopausa
Drauzio –A passagem para a menopausa pode ser muito desagradável. Que sintomatologia está associada à menopausa?
Donizetti – Só quem trabalha com mulheres no climatério e na menopausa sabe os transtornos que eles causam. Em primeiro lugar, elas deixam de sentir graça na vida porque a maioria tem uma importante diminuição de libido. Por falta do estrogênio que mantém o tônus dos tecidos, a pele fica mais ressecada, mais fina e sem elasticidade, o que facilita o aparecimento de rugas, e as mamas caem. As ondas de calor podem ser insuportáveis. A mulher acorda durante a noite, quer abrir a janela, ligar o ventilador e o marido briga com ela porque não consegue dormir. Além disso, a mucosa vaginal e a do trato urinário inferior ressecam e ela sente desconforto na relação sexual, dor quando urina e tem infecções urinárias de repetição.
Drauzio – E em relação às mudanças de humor?
Donizetti – Essas pacientes apresentam quadros de depressão constante em maior ou menor grau. Além disso, as alterações físicas provocadas pelos fogachos, a vermelhidão que se instala do busto para cima, deixa a mulher insegura e de humor instável. Essa série de distúrbios faz com que algumas optem pela terapia de reposição hormonal com estrogênio e progesterona mesmo sabendo que o risco de câncer de mama vai subir de 10% para 13%.
Drauzio – Nem todas as mulheres manifestam obrigatoriamente esses sintomas extremos, não é?
Donizetti – Nem todas. Por isso, alguns colegas defendem que só devem receber reposição hormonal as mulheres que apresentam sintomas desagradáveis. O que se faz hoje é avaliar a qualidade de vida no climatério e na menopausa para decidir sobre a necessidade da TRH.
Drauzio – Que diferença existe entre climatério e menopausa?
Donizetti - O climatério é o período que começa um pouco antes e termina um pouco depois da menopausa, isto é, da última menstruação. Popularmente, o termo menopausa engloba os dois sentidos, o que de certa forma facilita o entendimento.
Drauzio – O que explica os sintomas mais pronunciados em algumas mulheres e mais brandos em outras?
Donizetti – Parece que o nível socioeconômico interfere bastante. Pacientes com menor poder socioeconômico e cultural suportam mais esses sintomas e se adaptam mais facilmente à nova situação. Mulheres de nível mais alto têm perspectivas diferentes de vida, queixam-se mais e buscam mais freqüentemente um modo de atenuar os incômodos do climatério.
Drauzio – Será que as mulheres de classe social menos favorecida suportam mais porque sua história de vida é, muitas vezes, mais sofrida? Não é que elas não tenham os sintomas, simplesmente se queixam menos.
Donizetti – Com certeza. Queixam-se menos e se adaptam melhor aos sintomas do climatério. É isso que se tem observado no mundo. Alguém já ouviu falar em reposição hormonal na África? Se há, a preocupação é menor do que na América Latina, Europa ou Estados Unidos.
Drauzio – Mulheres cujas mães tiveram menopausa tranqüila têm menos probabilidade de desenvolver sintomas mais sérios?
Donizetti – Não existe nenhum estudo que comprove essa hipótese. Parece que estão envolvidos no desenvolvimento dos sintomas a psique, o tipo físico (mulheres com menor massa corporal tendem a apresentar mais sintomas) e a produção de estrógenos periféricos.
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DICAS DE SAÚDE
REPOSIÇÃO HORMONAL

Reposição hormonal
Terapia de reposição hormonal (TRH), tratamento dado às mulheres que se encontram na menopausa, é um tema controverso.
Durante a fase reprodutiva, os ovários fabricam mensalmente estrógeno e progesterona, produção que vai diminuindo à medida que a mulher se aproxima da menopausa. Essa redução dos níveis de hormônios femininos provoca uma série de alterações físicas importantes: ondas de calor, dificuldade para controlar a temperatura do corpo, pele mais flácida, mucosas dos sistemas urinário e reprodutivo mais friáveis e secas, alterações de humor e quadros depressivos.
Do ponto de vista racional, o lógico seria tentar repor os hormônios que os ovários deixaram de produzir, como era feito num passado recente, através de pílulas, adesivos colocados na pele ou injeções. Há cinco anos, muitos médicos defendiam que toda a mulher, quando entra na menopausa, deveria fazer reposição hormonal.
Em abril de 2002, porém, foi publicado um estudo americano bastante completo que considerou 16.600 mulheres entre 50 e 79 anos das quais apenas uma parte recebeu a terapia de reposição hormonal. Os resultados foram contraditórios e surpreendentes. Por exemplo, acreditava-se que a reposição hormonal protegesse as mulheres de infartos do miocárdio e de derrames cerebrais e constatou-se que, ao contrário, aquelas que fizeram o tratamento tiveram mais infartos e AVC, assim como câncer de mama. Essas conclusões obrigaram a comunidade científica a rever a conduta em relação à terapia de reposição hormonal.
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DICAS DE SAÚDE
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Síndrome Metabólica
Achei a matéria interessante e resolvi compartilhar com vocês.
Síndrome metabólica
A síndrome metabólica ou plurimetabólica, chamada anteriormente de síndrome X, é caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos e derrames cerebrais), vasculares periféricas e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio.
Síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da alimentação inadequada e do sedentarismo.
Fatores de risco
• Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
• Hipertensão arterial;
• Níveis altos de colesterol ruim (LDL) e baixos do colesterol bom (HDL);
• Aumento dos níveis de triglicérides;
• Obesidade, especialmente obesidade central ou periférica que deixa o corpo com o formato de maçã e está associada à presença de gordura visceral;
• Ácido úrico elevado;
• Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;
• Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;
• Processos inflamatórios (a inflamação da camada interna dos vasos sangüíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares);
• Resistência à insulina por causas genéticas.
Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta as características clínicas (presença dos fatores de risco) e dados laboratoriais. Basta a associação de três dos fatores abaixo relacionados para diagnosticar a síndrome metabólica.
• Glicemia em jejum oscilando entre 100 e 125, ou entre 140 e 200 depois de ter tomado glicose;
• Valores baixos de HDL, o colesterol bom, e elevados de LDL, o mau colesterol;
• Níveis aumentados de triglicérides e ácido úrico;
• Obesidade central ou periférica determinada pelo índice de massa corpórea (IMC), ou pela medida da circunferência abdominal (nos homens, o valor normal vai até 102 e nas mulheres, até 88), ou pela relação entre as medidas da cintura e do quadril.
• Alguns marcadores no sangue, entre eles a proteína C-reativa (PCR), são indicativos da síndrome.
Prevalência
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos.
Embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a síndrome metabólica, mesmo sendo magras.
Sintomas
Praticamente todos os componentes da síndrome são inimigos ocultos porque não provocam sintomas, mas representam fatores de risco para doenças cardiovasculares graves.
Tratamento
Como a obesidade é o fator que costuma precipitar o aparecimento da síndrome, dieta adequada e atividade física regular são as primeiras medidas necessárias para reverter o quadro. No caso de existirem fatores de risco de difícil controle, a intervenção com medicamentos se torna obrigatória.
Recomendações
• Passe por avaliação médica regularmente, mesmo que não esteja muito acima do peso, para identificar a instalação de possíveis fatores de risco;
• Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais;
• Deixe o carro em casa e caminhe até a padaria ou a banca de revistas. Sempre que possível, use as escadas em vez do elevador. Atividade física não é só a que se pratica nas academias;
• Escolha criteriosamente os alimentos que farão parte de sua dieta diária. As dietas do Mediterrâneo, ricas em gorduras não-saturadas e com reduzida ingestão de carboidratos, tem-se mostrado eficazes para perder peso;
• Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica.
Síndrome metabólica
A síndrome metabólica ou plurimetabólica, chamada anteriormente de síndrome X, é caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos e derrames cerebrais), vasculares periféricas e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio.
Síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da alimentação inadequada e do sedentarismo.
Fatores de risco
• Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
• Hipertensão arterial;
• Níveis altos de colesterol ruim (LDL) e baixos do colesterol bom (HDL);
• Aumento dos níveis de triglicérides;
• Obesidade, especialmente obesidade central ou periférica que deixa o corpo com o formato de maçã e está associada à presença de gordura visceral;
• Ácido úrico elevado;
• Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;
• Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;
• Processos inflamatórios (a inflamação da camada interna dos vasos sangüíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares);
• Resistência à insulina por causas genéticas.
Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta as características clínicas (presença dos fatores de risco) e dados laboratoriais. Basta a associação de três dos fatores abaixo relacionados para diagnosticar a síndrome metabólica.
• Glicemia em jejum oscilando entre 100 e 125, ou entre 140 e 200 depois de ter tomado glicose;
• Valores baixos de HDL, o colesterol bom, e elevados de LDL, o mau colesterol;
• Níveis aumentados de triglicérides e ácido úrico;
• Obesidade central ou periférica determinada pelo índice de massa corpórea (IMC), ou pela medida da circunferência abdominal (nos homens, o valor normal vai até 102 e nas mulheres, até 88), ou pela relação entre as medidas da cintura e do quadril.
• Alguns marcadores no sangue, entre eles a proteína C-reativa (PCR), são indicativos da síndrome.
Prevalência
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos.
Embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a síndrome metabólica, mesmo sendo magras.
Sintomas
Praticamente todos os componentes da síndrome são inimigos ocultos porque não provocam sintomas, mas representam fatores de risco para doenças cardiovasculares graves.
Tratamento
Como a obesidade é o fator que costuma precipitar o aparecimento da síndrome, dieta adequada e atividade física regular são as primeiras medidas necessárias para reverter o quadro. No caso de existirem fatores de risco de difícil controle, a intervenção com medicamentos se torna obrigatória.
Recomendações
• Passe por avaliação médica regularmente, mesmo que não esteja muito acima do peso, para identificar a instalação de possíveis fatores de risco;
• Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais;
• Deixe o carro em casa e caminhe até a padaria ou a banca de revistas. Sempre que possível, use as escadas em vez do elevador. Atividade física não é só a que se pratica nas academias;
• Escolha criteriosamente os alimentos que farão parte de sua dieta diária. As dietas do Mediterrâneo, ricas em gorduras não-saturadas e com reduzida ingestão de carboidratos, tem-se mostrado eficazes para perder peso;
• Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica.
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